havia livraria, alegria e roupa,
arte no azulejo e coisa pouca.

Na viela muita coisa havia,
odores, sabores
e de Águeda os seus amores.
No rio de lua,
de água fresquinha de memória só sua,
nua a nora girava e o tempo não parava.
Do nada o Zé Cheta, vagueava,
o Júlio os jornais distribuía,
aqueles que não lia,
o amola tesouras assobiava e o cauteleiro
apregoava.
Da leitura do passado, na
continuidade do futuro,
a confraria apareceu, redescobrindo e
segredando,
os sabores do botaréu.
E é esta a cultura eterna e singela
na alma de Águeda a Linda,
a raiz do nosso ser que não queremos
perder.
Maria João Franco
Garcia





Obrigada João pelo excelente trabalho de imagem que nos leva às nossas memórias.
ResponderEliminarMaria João Franco Garcia